quarta-feira, 10 de março de 2010

DAR... À LÍNGUA! - 4ª SEMANA – 8 a 12 de Fevereiro


1ª Pergunta - Deve dizer-se:

A - “Ele interveio no debate”
ou
B - “Ele interviu no debate”?


2ª Pergunta - O que significa

“Despedir-se à francesa”?



Respostas às perguntas da 3ª Semana

1ª Pergunta - “Os profissionais estão cada vez mais bem preparados.”
[“Mais bem” utiliza-se quando o advérbio “bem” intensifica um particípio passado.
“Melhor”, quando o advérbio aparece isoladamente ou modifica a acção de um verbo.]
2ª Pergunta – Quando alguém realiza algo considerado muito difícil, diz-se que «meteu uma lança em África».
Meter uma lança em África significa, efectivamente, praticar uma proeza extraordinária, conseguir uma vitória.


terça-feira, 9 de março de 2010

DAR... À LÍNGUA! - 7ª SEMANA – 08 a 12 de Março

1ª Pergunta - Deve dizer-se:

A - “Ele olhou-me de alto abaixo”
ou
B - “Ele olhou-me de alto a baixo”?

2ª Pergunta – O que significa
“Amigo de Peniche”?


Respostas às perguntas da 6ª Semana:

1ª Pergunta - Deve dizer-se “Caem folhas das árvores”
[Na articulação da forma verbal «caem» surge um «i» quase imperceptível entre o «a» e o «e»: trata-se de um processo de fazer a ligação, na fala, entre duas vogais em hiato, difíceis de pronunciar separadamente.
A realização oral da palavra faz com que haja pessoas que a escrevem, incorrectamente, com esse «i».
Não deverá, portanto, introduzir-se um «i» ao escrever essas terceiras pessoas do plural.]

2ª Pergunta - «Dar às de Vila –Diogo» significa fugir.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Encontro com Dr. Luís Portela

Presidente da Bial e da Fundação Bial

Com o apoio do Programa Porto de Futuro, da Câmara M. do Porto
Quinta-feira, dia 4, pelas 15h, no Anfiteatro (10º F, 11º A e 12º C e todos os alunos e professores interessados)

quarta-feira, 3 de março de 2010

ALICE VIEIRA , 30 anos de actividade literária


“TROCA DE SABERES COM SABOR”

pela Dra. Manuela Maldonado

4ª feira, dia 3, às 15h 25 (Alunos do 9º A, 8º A, 7º s A, B e C e todos os alunos interessados)




terça-feira, 2 de março de 2010

O texto sem titulo

Sentada na cama, olho através do vidro da janela, vejo o mundo lá fora sem vida, tudo sem cor. Questiono-me sobre a razão de tal acontecimento, mas não obtenho resposta alguma. Sinto algo estranho a percorrer o meu corpo, algo inexplicável, algo gélido mas ao mesmo tempo quente, uma dor que não me deixa fazer qualquer movimento possível. Esperei que aquele assustador sentimento desaparecesse, peguei nos meus fones, e corri até à porta de saída esquecendo tudo o que para trás ficou, procurando a resposta. Chegada à rua, deparo-me que não há vulto nenhum, nenhum ser vivo. Imóvel a tudo o que acontece-se fiquei ali. Tinha a plena consciência que algo iria acontecer, algo perigoso. Tentei gritar para que pudessem vir tirar-me daquele lugar mas nem o eco da minha voz ouvi, tentei mexer-me mas os meus movimentos foram em vão, tentei usar todas as forças que permaneciam naquele momento no meu corpo, mas até elas foram insuficientes, nada aconteceu. Então, ali imóvel, ao som da música e sem força alguma, deixei-me cair no chão frio e permanecer caída durante horas afim. Ficarei à espera que tudo mude, que volte a haver vida, que volta a haver cor, que volte tudo como era dantes e que me possam vir ajudar. Mas enquanto isso, deixo-me desvanecer entre os meus pensamentos, entre todos os meus sentimentos que de alguma maneira me matam por dentro, aqueles sentimentos mais cruéis.
Desta vez, foi apenas uma pequena despedida, um pequeno adeus, porque talvez, noutra vida regressarei ao lugar onde me deixei ficar caída.

Catarina Gonçalves
11º H de 2009/2010

mas escrevo

As estrelas brilham, a chuva cai de forma contínua, eu ouço música e escrevo, escrevo até me faltarem linhas e lápis, até me doerem os dedos, mas escrevo, escrevo tudo o que preciso, escrevo todas as recordações, todas as memórias, todos os momentos, todos os pensamentos, escrevo textos, escrevo poemas, escrevo tudo aquilo que me deixarem. Voam palavras, frases na minha cabeça, para dizer tudo aquilo de que tenho medo, para pronunciar todas aquelas palavras que gostava de ouvir, vindas da tua boca, mas que não és capaz de dizer, e só eu sei o quanto me custa saber isso, talvez nunca as vá ouvir, mas a esperança é sempre a última a morrer. Um dia, quando a chuva deixar de cair, quando o sol deixar de brilhar, quando a lua deixar de iluminar a noite, quando o fogo deixar de queimar, quando tudo ficar estranho, eu prometo que continuarei a escrever aqueles longos e sentidos textos, continuarei sem fim... O mundo poderá desabar em mim, mas eu não deixarei de escrever as pequenas palavras que persistem em ficar na minha cabeça, mas que tentam saltar para as linhas, para a minha boca, para todo o lado, continuarei, continuarei sem medo... Um dia irás dar valor a tais palavras, e voltarás atrás, mas aí eu já lá não estarei, pois continuei a minha viagem. Então, irás aprender a ler as entrelinhas e saberás o que significaste para mim, até lá fica uma lágrima de saudade. Daqui a um longo tempo voltarei para te escrever mais um dos textos, por enquanto permanecerei em silêncio.

Catarina Gonçalves
11º H de 2009/2010

segunda-feira, 1 de março de 2010

6ª SEMANA – 01 a 05 de Março

1ª Pergunta - Deve dizer-se:

A - “Caiem folhas das árvores”
ou
B - “Caem folhas das árvores”?


2ª Pergunta - O que significa

“Ver Braga por um canudo”?


Respostas às perguntas da 5ª Semana:

1ª Pergunta - «Isto não tem nada que ver com aquilo»
«Ter a ver com» é um galicismo (expressão importada do francês) que convém
evitar. «Ter que ver» é a expressão mais correcta em português. Significa «estar
relacionado com».

2ª Pergunta - «Dar às de Vila-Diogo» significa fugir.